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domingo, 26 de setembro de 2010

Confira algumas celebridades que sofreram Bullying.

David Beckham – Pois é, um dos maiores de futebol do mundo, já sofreu bullying por ser apaixonado pelo esporte. Adolescente, era um estranho no ninho: enquanto seus colegas pensavam em diversão, ele focava no futebol. Recusava noitadas e bebidas e os agressores diziam que isso era coisa de “mulherzinha”.

Kate Wislet – A estrela, indicada seis vezes ao Oscar antes de levar a estatueta para casa por seu papel em “O leitor”, recebeu das crianças da escola o apelido de gorducha. “Outras meninas me provocavam terrivelmente. Eu simplesmente abaixava a minha cabeça e aceitava isso. Era o meu jeito de sobreviver” diz a atriz.

Madonna – “Eu não era hippie NE fã dos Rolling Stones, então me tornei esquisita, se você fosse diferente, os alunos eram bem perversos. As pessoas faziam questão de serem maldosas comigo” disse à revista Vanity Fair em 2008.

KRISTEN STEWART SOFREU NA ESCOLA

Kristen Stewart confessou que passou maus momentos na escola por culpa das brincadeiras que os colegas fazian.

Como quase todos os garotos e garotas, Kristen teve que aguentar os insultos e as críticas de sues icolegas insensíveis do colegio que não paravam de lhe incomodar só porque ela tinha aparecido num filme.

O tormento de Kristen começou quando um colega de aula ficou sabendo que ela tinha interpretado um menino num filme.

Graças a este filme, Kristen deu os primeiros passos no mundo do cine, embora tivesse que pagar um preço: as brincadeiras de mau gosto dos seus colegas de classe.

Aos 13 anos Kristen deixou a escola para se dedicar completamente a sua carreira cinematográfica, uma carreira que, por sorte está lhe trazendo muito sucesso.

Outras atrizes conhecidas e querodas por muitas de vocês também sofreram oas temidas brincadeiras de mau gosto dos colegas.

DEMI FOI CHAMADA DE GORDA NA ESCOLA

Já sabemos que Demi Lovato sofreu quando estava na escola, mas agora ficamos sabendo algumas das coisas feias que os seus colegas diziam.

Chamavam a Demi de "gorda" entre outras coisas, algo que a afetou muito, pois ela só tinha 12 anos. quando começaram estas brincadeiras de mau gosto dos seus colegas:"me chamavam de gorda e promiscua equando se tem apenas 12 anos, isto é o como se o mundo acabasse".

Demi sabe muito bem o que é sofrer com estas brincadeiras de mau gosto de colegas e por isto ela tem muita consciência do problema do bullying e trata de dar sua pequena conribuição na luta contra este tipo de maltrato.

Estas declarações foram feitas por Demi há poucos dias durante uma visita às garotas do programa America´s Nex Top Model. Demi lfez a elas uma grande surpresa e explicou comoela sofreu com isto e também disse que está promovendo uma campanha contra este tipo de violência! Muito bem Demi!!

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Mais uma vítima de bullying.

Daniele Vuoto: 22 anos, gaúcha, cursando o terceiro semestre do curso de Pedagogia, na ULBRA (Canoas-RS) e mora em Porto Alegre. Foi vítima de bullying por vários anos, em várias escolas. Sofreu muito, mas deu a volta por cima. Hoje é expert no assunto e, por sensibilidade e grandeza de espírito, ajuda muita gente que sofre o que um dia ela sofreu. Criou o blog nomorebullying e é um exemplo de força e superação. Por essas e outras, é também nossa convidada especial desta edição. Leia o depoimento que ela nos enviou.


Meu nome é Daniele Vuoto, uma gaúcha que não teve muita sorte na escola, mas deu a volta por cima! Minha vida escolar começou razoavelmente bem, só não teve o final feliz que eu esperava. Desde a pré-escola, quando via alguma coleguinha sendo motivo de risada, eu ia lá e defendia. Não achava certo!

Com o tempo, isso virou contra mim: por virar amiga das vítimas, passei a ser uma. As desculpas utilizadas na época eram coisas banais:eu ser muito branca, muito loira, as notas altas, e mais tarde minha tendinite virou motivo de piada também. No começo, as agressões vinham mais de outras turmas, e não muito da que eu estudava. O clima passou a ficar pesado demais, e com 14 anos resolvi mudar de escola.

Achava que a mudança seria um recomeço, e não sofreria mais. Isso foi um grande engano. Aquela escola foi um pesadelo: lá, eu era vista como assombração, as pessoas me tratavam como se fosse uma aberração. Berravam quando me viam, empurravam, davam muita risada, roubavam coisas, e o pior: alguns professores apoiavam as atitudes dos meus colegas.

Troquei de escola no meio daquele ano. E dei sorte! Fui para uma escola pequena, simples, mas muito boa! Mesmo ficando sempre quieta, lá ninguém mexia comigo - pelo contrário, queriam que eu participasse! Infelizmente aquela escola era só de ensino fundamental.

No ano seguinte, fui para outra escola: a última escola que estudei.

Lá, fiz como sempre: via quem estava sozinho, e fazia amizade. Mais do que nunca, eu era tida como a diferente. Tinha 15 anos, não usava roupas de marca, não ia festas, passei a ser muito tímida, tirava notas altas. Para eles, aquilo não era considerado normal. Mas consegui fazer duas amigas, e no ano seguinte fiz amizade com mais duas meninas.

Logo, uma delas começou a dizer o quanto as outras falavam mal de mim.

Aquilo foi me incomodando muito, pois já era humilhada todos os dias lá dentro. Não agüentei e abri o jogo: falei que sabia que falavam mal de mim, mas não disse quem havia me contado. Assim, me acharam mentirosa, e se afastaram. Quem se afastou também, para o meu espanto, foi justamente a garota que me contou essa história toda. Ai caiu a ficha: ela queria me tirar do grupo, afinal, comigo elas poderiam ser zoadas também.

Com isso me deprimi mais ainda. Ia caminhando até a escola, e parei de olhar ao atravessar a rua. Para mim, morrer seria lucro. Estava novamente sozinha numa escola enorme, tentando me refugiar na biblioteca, e até lá sendo perseguida.

Passei a comer menos, a me cortar e ver tudo como uma possível arma para acabar meu sofrimento. Nas férias de inverno, me fechei mais ainda, não poderia voltar para escola nenhuma. Via meus pais feito loucos me procurando uma escola nova, e piorava mais ainda por isso. Foi ai que pedi para ir numa psicóloga, e ela contou aos meus pais que, naquele estado, eu não teria condições de enfrentar uma nova escola.

Comecei um tratamento com ela, e em seguida, com um psiquiatra. No ano seguinte, conheci o Rafael, e com um pouco mais de dois meses de namoro, numa recaída da depressão, a psicóloga resolveu achar que eu era esquizofrênica, o psiquiatra, concordou, e com isso, fui internada, levando tratamento de louca. A família não sabia o que se passava, e eu também não tinha como contar. Era uma prisão. Nos dois primeiros dias, não ganhei comida, porque a nutricionista tinha que falar comigo primeiro. Tomava copos com em torno de 10 comprimidos 4 vezes ao dia. Quase mataram um interno de lá na minha frente. Só não o fizeram, porque impedi. Sai após 11 dias de internação... depois de incomodar muito para conseguir isso.

O Rafa, graças a Deus, nunca deixou de acreditar em mim. Falando com ele, vi que se eu tentei me matar, muita vítima também tentava, e muitas vezes, conseguia. Vendo também o que fizeram com o outro interno do hospital, decidi que se pudesse evitar um suicídio que fosse, daria tudo de mim pra isso. Comecei a pesquisar sobre bullying - quando fui vítima, não sabia que tinha nome. Só achava informações em sites internacionais, e ia traduzindo.

Ai resolvi criar um blog: No More Bullying ( http://nomorebullying.blig.ig.com.br ). Foi a forma que encontrei para ajudar e alertar pais e professores. Participei de matérias que divulgaram o endereço. Pude conversar com muitas vítimas. É triste ver tantos casos acontecendo, mas ao menos posso ajudar vítimas a mudar o modo de pensar, a serem mais felizes.

Na época em que fui vítima, a cada humilhação pensava “devo ser estranha mesmo”. Hoje percebo o erro que é pensar assim. É o que tento ensinar para as vítimas: que nunca acreditem no que dizem de ruim, pois o agressor é muito inseguro, quer chamar atenção. Sentem tanto medo quanto nós, só escondem melhor. Não é sua culpa, e por mais duro que seja, avise seus pais. Se não conseguir, peça para alguém... Não é vergonha ser vítima, e pedir ajuda é o diferencial entre acabar com a vida mais cedo ou garantir um longo e belo futuro. Psicólogos ajudam muito, e se com o primeiro profissional não der certo, vá tentando até encontrar alguém que realmente anseie por seu progresso!

Na escola, é importante observar, nos intervalos, se tem mais alunos sozinhos, excluídos. Provavelmente são vítimas também. Anote dia, data, hora da agressão, e se nada for feito - mesmo depois da escola ser avisada - fazer a lei ser obedecida, encaminhando o caso ao conselho tutelar.

Enquanto isso, você pode ir treinando sua confiança novamente! Pensando diferente, como “olha o que ele tem que fazer para se sentir o poderoso, tem que pisar em mim, só sendo muito inseguro pra fazer isso. Eu sei o que tenho de bom, e não é por insegurança dele que vou deixar de acreditar nisso”.

Hoje tenho 22 anos, e o Rafa virou meu noivo. Terminei o ensino médio, e estou cursando Pedagogia na faculdade! Não tomo mais remédios, nem faço tratamentos. A maior lição que tirei do que aconteceu é que n ão podemos acreditar em tudo que dizem de nós, e sim acreditar que as coisas podem mudar, e lutar pra isso! Afinal, enquanto estamos vivos, ainda temos chance de mudar a nossa história.


By: Mi.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Depoimento de um menino que sofria Bullying!

" Eu era novo numa escola e os meninos de lá não gostavam de mim, piorou quando comecei a usar óculos, pois recebi vários apelidos. Eu não gostava então chingava eles também, e eles não só me chingavam como também me batiam. Era horrivel. Então eu comecei a deixar meus óculos em casa porcausa disso, minha mãe, um dia achou meus óculos na minha gaveta, quando cheguei da escola ela perguntou porque eu não estava levando eles. Eu tive que levar eles porque minha mãe começou revisar minha mochila, então eu quebrei eles, cheguei em casa e disse que uns meninos pisaram na minha mochila na sala de aula. Ela, mesmo com poucas condições, comprou outro. E eu também quebrei, foi muito dificil pra mim. Minha mãe só ficou sabendo quando cheguei em casa com o nariz sangrando, pois um menino bateu com meu rosto em uma arvore. Então minha mãe me tirou da escola e agora estou em outra e vivo bem, com bastante amigos. "
De: G.C

By: Mi.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010




Um vídeo feito por alunos da E.E.E.M Padre Réus na luta anti violência. Inclusive por mim, o vídeo não esta muito bom, mas a intenção foi boa !

By: Mi.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Aluno terá de pagar R$ 8 mil por bullying

Um estudante da 7.ª série de um colégio particular de Belo Horizonte foi condenado a pagar uma indenização de R$ 8 mil pela prática de bullying, agressões psicológicas e físicas, intencionais e repetidas, contra uma colega de sala.

Em decisão publicada ontem, o juiz Luiz Artur Rocha Hilário, da 27.ª Vara Cível da capital mineira, julgou razoável o valor da indenização por danos morais e considerou comprovada a existência de bullying contra a adolescente G.V.S.G. A defesa dos pais do estudante vai recorrer.

By: Mi.

Bullying: Bullying não é brincadeira

Bullying: Bullying não é brincadeira: "Joana tinha 13 anos e era uma das mais quietas e bem comportadas da turma. Era novata na escola, mas já colecionava alguns bons amigos. Brin..."

Bullying não é brincadeira

Joana tinha 13 anos e era uma das mais quietas e bem comportadas da turma. Era novata na escola, mas já colecionava alguns bons amigos. Brincava mas também queria namorar, como todas as garotas da sua idade, e pensava no futuro: queria ser médica ou advogada.

Vez por outra, algo atrapalhava a sua rotina de adolescente: por causa de uma deficiência na perna e nos lábios - consequencia de um parto a fórceps mal conduzido, percebia no fundo da sala de aula dedos apontados para ela, risadas suspeitas, palavras cochichadas.

Com o tempo, os apelidos ficaram mais claros, mais frequentes e ela identificou a origem: Rafael, também novato, também bem comportado. A professora pedia silêncio. Joana resolveu protestar, levou o caso para a diretoria e ficou acertada uma conversa com os pais dos dois.

Mas a medida teve efeito contrário, os xingamentos ficaram mais insistentes até o ponto em que ela não conseguiu mais suportar. Armada de uma faca que trouxera de casa, conseguiu golpear Rafael pelas costas. Depois empalideceu, ficou muda e só conseguiu emitir uma frase na presença dos policiais: "Eu queria matá-lo".

A história foi inspirada livremente no caso ocorrido semana passada em um colégio público do Alecrim, em Natal, e que chamou atenção da sociedade para um tipo de violência tão silenciosa quanto perigosa: o bullying.

"O bullying se trata de agressão constante com características predominantemente psicológicas, mas que também pode se expressar como violência física, comum no ambiente escolar", explica o psicólogo e doutor em educação, Herculano Campos.

Ele já orientou trabalhos sobre bullying - que ainda não ganhou tradução para o português - em escolas particulares de Natal e percebeu que o assunto é praticamente desconhecido pelo corpo pedagógico. "Eles em geral não sabem nem do que se trata. Nenhuma escola tem trabalho sistematizado".

Nada a ver com a frequencia dos casos dentro da sala de aula. O delegado Júlio Costa, da Delegacia Especializada em Atendimento ao Adolescente Infrator, é procurado diariamente por pais que querem prestar queixas de bullying e garante que esse é o tipo mais comum de violência nessa faixa etária.

As formas da agressão mais comuns são xingamentos, apelidos, isolamento, fofoca, ameaças e exposição ao ridículo. As razões são as mais diversas e tolas possíveis: é porque o sujeito usa óculos, ou é muito preto, ou muito branco, ou gordo, ou muito magro... "Ali se estabelece uma relação de poder, em que um colega quer mostrar que pode dominar o outro", explica Herculano Campos.

Nos meninos - onde o bullying é mais frequente - a violência pode vir associada à agressão física e roubo de dinheiro e lanche, por exemplo. Na sexta-feira (11), o delegado registrou a ocorrência de um menino que recebia sistematicamente soco nas costas, chute nas pernas, tapa no rosto, entre outras agressões.

"As escolas também devem ser responsabilizadas. Às vezes os próprios professores participam do bullying", denunciou Júlio Costa, citando uma diretora que pediu a presença da Polícia Militar, definitivamente, nas escolas. "É a prova de que o sistema educacional está falido".

Há também os casos de cyberbullying, em que o agressor cria página na internet com o objetivo de prejudicar moralmente o colega. Recentemente, o delegado iniciou um processo que culminou com a retirada de uma comunidade do Orkut em que a criadora e mais 26 "amigos" se divertiam difamando uma colega.

Para que seja caracterizado o bullying, é preciso que o indivíduo sofra com as investidas dos outros. "Na brincadeira, todos curtem, inclusive o objeto da brincadeira", explica o psicólogo.

A decisão de esfaquear alguém é rara. Geralmente, as vítimas reagem de maneira silenciosa, com desânimo, queda no aprendizado, vontade de mudar de escola, depressão e até suicídio. "É complicado você lidar com a agressão psicológica exatamente pelo fato de ela não aparecer, de ser velada".

De acordo com o delegado, os agressores aparecem em famílias desestruturadas, com relação afetiva conflituosa e onde os pais não oferecem limites às crianças. Muitas vezes eles repetem um comportamento que aprenderam em casa.

O psicólogo lista três estratégias que devem ser tomadas pelos educadores em caso bullying: não minimizar o problema, identificar o tipo de sofrimento do aluno e estabelecer um protocolo de enfrentamento do problema.

Outra medida que ajudaria no combate à violência seria enquadrá-la como crime. "Nossas leis só veem o ato em si, e não a reação de quem é agredido. Por isso, apelido não é crime".

By : Mi.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Na CAPRICHO

Não ao bullying virtual!


By: Mi

Bullying: Dicas para pais e filhos

Bullying: Dicas para pais e filhos: "Uma abordagem inovadora de resgate de valores de respeito, amizade, união e bondade. Todos os dias, alunos no mundo todo sofrem com um tip..."

Dicas para pais e filhos


Uma abordagem inovadora de resgate de valores de respeito, amizade, união e bondade.

Todos os dias, alunos no mundo todo sofrem com um tipo de violência que vem mascarada na forma de “brincadeira”. Estudos recentes revelam que esse comportamento, que até bem pouco tempo era considerado inofensivo e que recebe o nome de bullying, pode acarretar sérias consequências ao desenvolvimento psíquico dos alunos, gerando desde queda na autoestima até, em casos mais extremos, o suicídio e outras tragédias.

Além de haver alguns casos com desfechos trágicos, esse tipo de prática também está preocupando por atingir faixas etárias cada vez mais baixas. Dados recentes mostram sua disseminação por todas as classes sociais e apontam uma tendência para o aumento rápido desse comportamento com o avanço da idade dos alunos.

Então, o que fazer?

Dicas para pais - o que fazer para que seu filho não se envolva na prática do bullying.

Papel dos pais:

Dar exemplos positivos e ser modelo de comportamentos assertivos.

Ensinar seus filhos a fazerem amigos, promover a amizade.

Muitas situações de bullying acontecem dentro de casa, entre familiares. Não colocar apelidos ou ridicularizar as crianças no ambiente familiar.

Mostrar aos jovens de forma consistente (através de mensagens verbais e não verbais) que eles têm a permissão para se defenderem e protegerem seu espaço e o seu corpo.

Ensinar as crianças a serem bons repórteres de incidentes que possam acontecer com eles ou com os outros.

Estar sempre vigilantes – não ignorar os sinais que as crianças mostram quando alguma coisa não está bem: tristeza, apatia, não querer ir para a escola, baixo rendimento escolar, depressão, distúrbios alimentares.

Manter seus filhos sempre orientados e informados – a informação e a orientação são essenciais para o desenvolvimento da confiança autoestima.

Papel dos jovens:

Mude seu jeito de pensar. Esta é a mudança mais importante! Você precisa parar de pensar como vítima. Para conseguir fazer isto, imagine-se como alguém forte e independente. Fale NÃO ao seu agressor - pesquisas mostram que em 50% dos casos, um agressor se retrai se você diz não, em um tom de voz firme, com uma postura corporal que não demonstre medo ou insegurança.

Fique sempre com pessoas. Mesmo quando você estiver sozinho, ande junto com os grupos, principalmente nos corredores da escola, nos portões, parquinho, pátios e no caminho para casa. Sente ao lado de outras pessoas. Não se isole. Acredite, você tem todo o direito de estar e ficar aonde quiser.

Se você estiver se sentindo com vergonha, intimidado, com medo, triste, solitário, e/ou se você tem dificuldades de fazer amigos, procure ajuda com um adulto de sua confiança.

Mantenha-se seguro e proteja-se.

Encontre maneiras de permitir que as pessoas conheçam você melhor. Quando as pessoas se aproximam umas das outras, a conexão entre elas elimina o vazio que dá a chance para a prática do bullying acontecer.

Se você não conseguir enfrentar seu agressor sozinho, peça ajuda. Sempre peça ajuda aos seus pais, professores, diretores da escola aonde você estuda. A escola tem a obrigação e o dever de proibir a prática do bullying dentro das suas salas de aula. Nunca deixe de conversar com seus pais - eles são as pessoas que mais amam você no mundo.

Seja uma boa testemunha, que usa seu poder de influência para defender quem está sendo alvo ou para reportar o incidente para um adulto.

Nunca desista e acredite que os adultos querem ouvir e ajudar.


By: Mi